quinta-feira, 4 de junho de 2009

Foto: Gabriel de Paiva

CASO DE POLICIA (JORNAL EXTRA OLINE)
Enviado por Marco Antônio Martins -
4.6.2009 20h55m


Polícia Militar
PMs estavam fora de sua área de atuação
Na manhã de quarta-feira, motoristas que seguiam para a Zona Sul se surpreenderam com um acidente envolvendo um carro da Polícia Militar e um Audi no Aterro do Flamengo. Os policiais Alexandre de Souza Rodrigues e Marco Aurélio Gomes Fernandes, ambos do 2º BPM (Botafogo) ficaram feridos e foram resgatados pelo teto do veículo. Quando se recuperarem, os PMs terão que explicar ao comando do batalhão e à Corregedoria da PM o que faziam parados naquele ponto. O Aterro do Flamengo não é área de atuação do 2º BPM e sim do Move (Módulo Operacional de Vias Especiais).


Reparem os Srs esse caso, se nos basearmos pela foto, podemos notar que a viatura foi atingida por trás, a visibilidade me parece muito boa, não estava chovendo e ainda pela foto, podemos notar a violência da batida, apesar de não ser nenhum especialista e só ter conhecimentos dos fatos através dessa reportagem, me parece que a velocidade máxima permitida no local, não causaria tanto estrago, talvez, falta de atenção do motorista, um possível mal súbito, embriaguez quem sabe ? ou qualquer outro motivo para esse acidente, mas como já é de praxe, a culpa era dos PMs pois não deveriam esta na frente desse carro.


OBS: Se duvidarem, eles ainda vão pagar o prejuízo da viatura e ainda do Audi...

Ricardo Garcia
Cidadão Brasileiro



Jornal O DIA OLINE
Moradores se revoltam com morte de mendigo em Niterói
POR BARTOLOMEU BRITO, RIO DE JANEIRO
Rio - Um morador de rua morreu na manhã desta quinta-feira, em Niterói, Região Metropolitana. Ele vivia nas calçadas da Rua General Andrade Neves, no bairro Ingá. Segundo testemunhas ele passou mal às 6h30 e até 10h nenhuma ambulância o tinha socorrido. Moradores revoltados pretendem prestar queixa na delegacia por omissão de socorro.

Sei que foge um pouco aos artigos que comento em meu Blog, no entanto, já presenciei fatos semelhantes a esse. Os questionamentos mais corriqueiros que faríamos nesse caso seriam: Falta de pessoal ? Falta de viaturas ? Falta de comunicação ? ai vem mais um questionamento: Eu pago os meus impostos normais e ainda a tal “taxa de incêndio” que embora, particularmente eu não concordo por achar que é uma “Bi Tributação” com tantas possíveis “Faltas” esquecemos a principal , a de “vergonha”.
Ricardo Garcia
Cidadão Brasileiro